19 de out. de 2013

Escolhendo liquidificadores



Dicas fundamentais para encontrar o equipamento ideal

- O desempenho do produto está diretamente relacionado a sua potência, em watts (w): “Muitos fatores contam, mas pode-se dizer, sem erro, que, quanto mais potente, melhor”, afirma Jacques Ivo Krause, diretor técnico da Mondial. “Facas grandes e largas também influenciam”, completa. De acordo com Sophie Lejard, gerente de produto da Arno, “lâminas serrilhadas são boas para picar gelo. As afiadas, em contrapartida, processam os alimentos mais facilmente”.

- Chefs de plantão devem investir em variedade de velocidades, o que possibilita maior controle da textura de massas, cremes e vitaminas.

- Acessórios estão em alta – caso do minitriturador e do filtro separador de sementes, que põe fim à necessidade de coar os sucos antes de servi-los.

- Lâminas removíveis simplificam a lavagem. Quanto ao material da jarra, não há uma escolha mais certeira que outra. O plástico vence nos quesitos leveza e resistência, enquanto o vidro leva vantagem por não reter odores nem perder a transparência.

- Se você quer se manter longe da poluição sonora doméstica, procure pelo Selo Ruído, criado pelo Inmetro em parceria com o Ibama. Presente nas embalagens de liquidificadores (e também de aspiradores de pó e secadores de cabelo), ele informa, em decibéis (dB), a potência sonora máxima produzida pelo aparelho. Vale a pena ficar atento, pois a diferença entre os modelos é maior do que parece: “O volume dobra a cada 3 db, que é uma unidade logarítmica. Isso significa que um ruído de 83 dB, por exemplo, equivale a duas vezes o de 80 dB”, explica Marcelo de Mello Aquilino, do Laboratório de Conforto Ambiental e Sustentabilidade de Edifícios do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Fonte: M de Mulher

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