Você sabia que na Itália existem
pelo menos 600 formatos de macarrão? E para cada um há uma finalidade. Imagine
que cada detalhe da massa foi estudado para propiciar as mais diversas
sensações.
Começando pela adaptação à nossa
boca, há tamanhos e alturas que se encaixam perfeitamente.
É o formato que determina também
as melhores escolhas em molhos. Alguns combinam com receitas mais suaves de
vegetais, e outros vão bem com acompanhamentos mais encorpados à base de
queijos ou carnes.
Apresentamos agora alguns
exemplos famosos:
Massas Longas: O espaguete é o maior
representante. De modo geral, os longos pedem molhos mais líquidos. Para
acompanhar o espaguete, uma receita à base de tomates frescos e manjericão é
perfeita.
Massas chatas:
O ninho é um
representante desse formato e, para acompanhá-lo, que tal um delicioso molho
branco, feito de creme de leite? Se preferir algo mais leve, use vegetais.
Massas cilíndricas:
Um exemplo de
macarrão cilíndrico é o penne. Molhos feitos de vegetais que contenham
abobrinha, cenoura e ervilhas são bem-vindos para acompanhar.
Massas retorcidas:
O macarrão parafuso
faz parte desse grupo. Prepará-lo com um molho ragu é uma excelente pedida, já
que ele segura, em suas ondinhas, os pedaços de carne. Mas o parafuso também
combina com diversos vegetais.
Massas pequenas:
Essas massas são
ótimas para o preparo de sopas, elas são minúsculas e costumam ter certo apelo
infantil. O Pai Nosso é um exemplo.
Instantâneo:
Prático, o macarrão
de origem japonesa combina com molhos leves à base de vegetais.
Fonte: Trigo e saúde






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